Greve sim!
Presidente da Fhemig tenta limitar direito de greve dos servidores da saúde
Wesley Rodrigues / Jornal Hoje em Dia
O presidente da Fhemig, Jorge Nahas, faz de conta que não sabe que decisões judiciais para uma determinada greve não servem para outras. Numa iniciativa arbitrária e intimidativa, o gestor enviou ofício ao Sind-Saúde ‘restringindo’ as atividades do movimento grevista deflagrado nesta segunda-feira, 25.
E pasmem! O presidente da Fhemig recorreu a detalhes de liminares que se referem a greves de outros anos para colocar limites nesta Greve da Saúde de Abril de 2016 – greve que o próprio governo provocou ao se recusar a negociar com os servidores.
O Sind-Saúde só tem a lamentar o equivocado e extemporâneo argumento do gestor Nahas o que, por sua vez, revela falta de atualização jurídica do presidente da Fhemig e de seus assessores.
A descabida atitude do presidente da Fhemig – gestor de um governo que se diz pautado pelo diálogo, e que tem como lema ouvir para governar – desencadeou outras iniciativas impositivas.
Seguindo o chefe, a gestão já truculenta das unidades da Fhemig, está copiando o documento expedido pelo presidente da Fundação e começa a fazer uso dele para coagir e intimidar os trabalhadores. Agem assim para repreender o legítimo direito de fazer greve dos servidores da saúde, mas a categoria unida segue adiante no seu justo movimento reivindicatório até ver suas conquistas garantidas.
Em memorando aos diretores das unidades da Fhemig, presidente da Fhemig repete o teor de ofício encaminhado ao Sind-Saúde.
Comunicação interna do diretor do Hospital Júlia Kubitscheck dirigida a todos os setores do HJK alertando sobre os “limites” da greve